Olhos para ver os novos tempos

Por Jean Oliveira

A introdução da informática como ferramenta do cotidiano é uma grande aliada na formação cultural. Todos os que se interessam pelo conhecimento têm, por meio da internet e da mídia, uma larga avenida. Hoje, os grandes museus do Brasil e do mundo podem ser visitados via computador. O famoso Louvre, por exemplo, disponibiliza até um guia para acompanhá-lo às mais diferentes mostras permanentes. É possível ver quadros e esculturas, e aprender muito por meio do texto escrito e narrado pelo monitor virtual. Bibliotecas também oferecem acervos e os meios de comunicação despejam notícias como uma tempestade de verão. Pensadores e artistas também usam o mundo digital para expor suas ideias e concepções.


Esta disponibilização do conhecimento é uma democratização da informação ímpar na história da humanidade, mas ela não basta para mudar o homem. Os quem tiverem olhos para ver, perceberão oportunidades de crescimento intelectual e profissional neste novo cenário. A nova revolução, no entanto, como a esfinge, exterminará aqueles que não decifrarem seu enigma. É preciso aprender a transformar os dados adquiridos em conhecimento. É fato que todas as pessoas bem informadas são mais capazes de formular pensamentos complexos e tomar decisões mais acertadas.

Até pouco tempo atrás, era fácil para os que sabem decorar datas e citações parecerem mais inteligentes nas rodas e nos textos, mas hoje, crescem na vida somente os poucos que sabem transformar o que sabem em oportunidades e ferramentas de transformação. E o sucesso, no mundo capitalista, virou a régua da inteligência. E é neste processo de ajudar no desenvolvimento do pensamento crítico que muitos educadores, formadores de opinião e até a mídia pecam. Necessário se faz que todos aqueles que são emissores de informações ajudem os receptores a interiorizar, fazer ligações com experiências antes vividas e, como em um processo de panificação, juntar o fermento à massa para transformar tudo em um belo bolo.

As notícias que lemos diariamente não servem mais apenas para sabermos sobre os tempos em que estamos vivendo. Elas precisam ser entendidas, processadas e analisadas pelos leitores. Assim, os consumidores de notícias passam a não ser apenas mais um rosto na multidão, mas sim cidadãos conscientes capazes de interferir positivamente na própria história e na vida da comunidade. Para isso, os jornais e revistas precisam ser mais analíticos. Se preciso, terão até que introduzir pequenos artigos e editoriais junto aos textos noticiosos.

A educação que o Brasil tanto prega como principal passaporte para um futuro digno passa por esta mudança de atitude nas escolas e na mídia. Não basta mais o professor ensinar cartilhas e apostilas, os meios de comunicação venderem notícias e os pensadores escreverem para eles e seus amigos. O sociólogo e economista Gilson Schwartz chega ao ponto de defender que aquele que não puder usar sua criatividade, terá sua inteligência massacrada. Sem ela, diz, o professor, o artista e o jornalista viram burocratas da informação. É um desafio a ser encarado pelos dois lados do balcão, pois só é criativo aquele que sabe pensar.

O compartilhamento, que é a tônica deste mundo digital em que vivemos, deve ser aprimorado. Aos que têm olhos para ver, vejam que novos horizontes se aproximam. Não há mais espaço para o receptor passivo. Todos hoje precisam aprender a decodificar o mundo em que vivem para não se tornarem apenas vultos avulsos no planeta. Ou entenda ou será devorado.

Jean Oliveira é jornalista, repórter da Folha da Região, bacharel em Turismo e pós-graduado em Educação Ambiental




 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 15h46 [] [envie esta mensagem] []






Novo horizonte do pensar ecológico

Por Jean Oliveira

A segunda década do novo milênio tem sido um período de amadurecimento do pensamento ecológico no Brasil e no mundo. Após termos visto nascer, na década de 1960, as primeiras discussões sérias sobre os impactos da atividade humana sobre o planeta, colhemos hoje o doce fruto da maturidade.

Em 1968, com a criação do Clube de Roma, realizou-se a pioneira reunião de cientistas preocupados com esta questão. Promoveram sérios estudos sobre o impacto da indústria e do consumo nas reservas naturais. Engatinhávamos, naquele momento, rumo a uma das mais importantes revoluções de consciência que o ser humano já foi capaz de fazer.




Para o bem da humanidade, 43 anos depois do encontro em terra italiana, vencemos a primeira fase, em que se pregava somente em favor de pássaros e animais em extinção e florestas. Também estamos superando o segundo período, marcado pelo discurso apocalíptico. Chegamos, enfim, ao momento da reflexão ponderada que leva às reais mudanças de atitudes.

Aqui mesmo em Araçatuba podemos ver os sinais deste novo tempo. As escolas, a Câmara Municipal e os meios de comunicação trataram abertamente do tema nas últimas semanas, motivados por projetos de lei e por datas especiais. Esta
Folha, há uma semana, lançou com sucesso a série “Nossa Terra”, que tem acrescentado muito ao debate público desenvolvendo pautas de relevância, com a moderação e a seriedade necessárias.

É salutar perceber que os cidadãos e a imprensa já compreendem que o assunto meio ambiente não é mais só coisa de preservação de onça ou de messianismo. As discussões já englobam cenas reais e soluções possíveis. Incluímos em nossa vida social e na esfera privada a reflexão constante sobre o quão faz bem fazer o certo. Passamos a nos preocupar efetivamente com nossas compras em supermercados e suas sacolas plásticas; com os gastos de energia e água; com adequação da acomodação dos resíduos sólidos (lixo) e com o respeito à natureza.


São sintomas da solidificação de um projeto de desenvolvimento que também abraça a manutenção e a melhoria da qualidade de vida, principalmente nas cidades. É sabido hoje que é possível manter as metas de crescimento econômico sem sermos exclusivamente predadores. Ser ambientalista sério, hoje em dia, não é mais ser essencialmente contra o capitalismo, mas sim defender o alargamento responsável de suas ações.


E esse estágio de consciência é, inclusive, como um vento providencial nas velas da modernização do Estado brasileiro. Nosso país, que na última década solidificou sua urbanização iniciada em meados do século passado, vê-se agora na oportunidade de crescer não se tornando apenas mais rico, mas também melhor para todos.


Ultrapassamos, como país, a fase da acomodação das famílias que saíram da zona rural para as urbes em meados do século passado. Agora, já estamos caminhando para sermos uma nação de classe média formada pelos descendentes dos que deixaram a roça e hoje têm direito a sonhar com moradia própria, carro e consumo de outros bens não duráveis.


Não precisamos voltar a ser homens da caverna para preservar o planeta, pois aprendemos que poderemos ascender socialmente também construindo ruas arborizadas, reciclando e reutilizando lixo e promovendo verdadeira distribuição social. A consciência ambiental que alcançamos já nos permite perceber o ser humano como um ser inserido na paisagem, por isso temos melhor discernimento do nosso papel.


Estamos deixando de ser crianças mimadas que queriam tudo ao mesmo tempo para nos tornar jovens agentes que abraçam as rédeas de um projeto inteligente de desenvolvimento. Inicia-se uma roda de prosperidade social e econômica que é pura ecologia do século 21. Há uma nova e bela alvorada em nossa caminhada pelo globo azul. Há muitas léguas a percorrer por um mundo melhor, mas pelo menos já poderemos seguir a rota do sol usando a bússola da ponderação.


Jean Oliveira é jornalista, repórter da Folha da Região, bacharel em Turismo e pós-graduado em Educação Ambiental pela USP



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 15h44 [] [envie esta mensagem] []






RECOMEÇANDO

Colegas, vou reiniciar o blog! Vejam bem-vindos de volta!



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 15h42 [] [envie esta mensagem] []






SIMPLES, ASSIM!

Teve boa repercussão o último texto que publicamos aqui na Folha, "Ser pobre é filosofia". Terminamos concluindo que, apesar de toda evolução intelectual-filosófica, a vida segue na simplicidade do cotidiano.

Cada um vai fazendo o melhor, naquele momento. Arrependimentos por atos e não-atos são normais, mas não podemos esquecer que no exato instante em que deveríamos ter feito algo, ou simplesmente nos calado e assim não fizemos, tomamos a atitude que nosso conjunto de valores achou mais assertiva.

Devemos nos permitir à simplicidade do viver. Como dissemos no texto anterior, aproveitar a garrafa plástica do refrigerante para botar água na geladeira; secar o tênis atrás da geladeira; esquentar a ponta da caneta para ver se ela volta a escrever e pedir para o filho ficar abanando o churrasco com tampa de caixa de sapato, nos humaniza.

Em recente entrevista com o psiquiatra José Fraguas Neto, de Araçatuba, aprendemos que todos nós temos alguma psicopatologia. Todos temos, dentro de nós, um pouco de vítima e um pouco de psicopata. Vale-me, Deus!

Ele disse, em outras palavras, mais científicas e bonitas, que a gente vive sobre uma linha fina que nos impede de viver nos extremos da docilidade e da barbárie. O homem é um animal, não podemos nos esquecer disso, e se não houvesse a filosofia com sua ética e a religião, com sua moral, estaríamos andando, ainda, em bando, em densa selva, caçando para comer.

A vida é simples e o que nos pega é esta mania de assimilar tudo o que vemos e vivemos e transformar isso em valores.

Ter uma camisa para proteger do sol e do frio, e ainda poder andar pelas ruas sem ferir a moral que nos norteia, é importante. Mas porque temos que colocar uma etiqueta na peça de roupa que nos separa em ricos e pobres? Em elegantes ou rotos?

Nossas psicopatologias são recalcadas pela cultura vigente do meio em que vivemos, mas temo que a gente esteja fazendo compensações perigosas. O ter sobre o ser nos lembra da irracionalidade dos sentimentos. Somos bichos sociais!

Como prega a música de Caetano Veloso regravada pela banda mineira Skank para abertura de recente novela global, não se amarre em dinheiro, não, mas à beleza.

Usar pregador de roupa para manter fechado saco de açúcar, arroz e farinha; levantar de noite com sede para tomar água da pia do banheiro com a mão e entrar em loja de R$ 1,99 e buscar um presente legal, são exercícios diários.

Viver pode ser bem melhor quando nos permitimos simplesmente estar em sintonia com o que temos em mãos, e não presos a um mundo que fixamos no subconsciente que rotula valores irreais a coisas, situações, atitudes e a pessoas. Mastigue o gelo que sobrou do copo de suco, sem culpa!



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 20h41 [] [envie esta mensagem] []






SER POBRE É FILOSOFIA

Ser pobre, de dinheiro, é claro, leva o homem a ser valorizado e prático. O primeiro adjetivo vem do fato de que ele, em um mundo de mulheres interesseiras, oportunistas, só recebe atenção das sinceras e verdadeiras. Já a praticidade acontece em sua vida por não precisar levar a carteira para todos os lugares que for, pois ela está sempre vazia.

Podemos dizer que os membros desta classe têm o gozo de ter um cotidiano saudável. Não há emoções fortes que lhe façam ter estresse. Como sabem que o dinheiro não vai chegar até o final do mês, sua rotina é muito previsível. E o dinheiro, nunca fará o pobre perder amigos. Com sua fama de pé-rapado, ninguém lhe pede dinheiro emprestado e dependendo do seu grau de pobreza, eles nem serão mais seus amigos.

Os homens, de livros em mãos, se debruçam na janela, observam as pessoas e as estatísticas e chegam a conclusões fantásticas. Platão teve a percepção dos dois mundos: um que muda constantemente e percebemos pelos sentidos, e outro que não muda nunca - o das idéias perfeitas.

Nietzsche viu a morte de Deus, crendo que a vida moderna sufocaria fatalmente a metafísica da qual a religião se apoderou da filosofia pura para pregar a existência de outro mundo.

Idéias vão, modas se estabelecem, filosofias se superam e o pobre, nem aí. Segue sua vida invejável. Enquanto os seus vizinhos viajam, pegam trânsito no feriado e sofrem com as praias lotadas, ele descansa na comodidade de sua casa, com a família, compartilhando o pouco, mas sagrado.

A ele não interessa as conjecturas da pós-modernidade e a revisão sociológica da posição do homem como agente de sua história. Como tem de trabalhar aos domingos para fazer horas extras, não precisa nem assistir aos programas que são campeões de audiência sem conteúdo.

Pense bem, caro leitor. O que importa a revolução socrática com as discussões sobre a ética ao pobre homem quando ele tem que amarrar a perna dos óculos com arame e prender o cachorro com fio de luz? Ele não vai calçar o sofá sem perna com tijolo para pensar na influência positivista na formação social do Brasil, mas sim para chorar no último capítulo da novela e lamber a tampa metálica do iogurte.

A vida é muito mais simples quando se coloca arranjo de fruta de plástico na mesa da sala, se compra churrasquinho com vale transporte, quando se conversa com um amigo, cada um de um lado da rua e ao dar uma festa, é preciso pedir mesa e cadeira para os vizinhos. É menos inquietante entrar de loja em loja perguntando os preços e dizer para o vendedor: "só tô dando uma olhadinha, qualquer coisa volto mais tarde", do que ficar horas pensando no papel social que exerce no mundo capitalista.

Ser pobre, na verdade, também é filosofia, mesmo que não se perceba. Precisa de reflexão e poder de imaginação para copiar modelo inteiro da vitrine para depois fazer em casa, discutir na feira e guardar refrigerante com colher pendurada na boca, para não perder o gás. Este último, inclusive, pode ser facilmente classificado com um exercício científico comparado aos que os alquimistas faziam para transformar cobre em ouro. E a vida segue, simples assim!



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 20h40 [] [envie esta mensagem] []






Palhaço das perdidas ilusões

 

Este é o mais recente vídeo que produzi, e o que mais gostei até agora. É autobiográfico e tem referência, inclusive no título, de canções que eu adoro.



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 01h08 [] [envie esta mensagem] []






Um novo filme!

 

Até eu aprender, vou continuar a fazendo estes vídeos......kkkk!  Acredito que este trabalho já esteja melhor que o anterior, mas ainda não sei como fazer em um formato maior para postar na net. Tentei outros formados, maiores, mas não eram aceitos no youtube!



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 19h22 [] [envie esta mensagem] []






VÍDEO EXPERIMENTAL

 

Eu nunca tive uma aula de Windows Movie Maker e resolvi, neste sábado, mexer no programa para tentar desvendar seus mistérios. Fiz um vídeo experimental que serviu para aprendizagem. Fiquei na dúvida se publicaria, ou não, mas pelo menos na casa dos meus pais tive aprovação, e este fato me deu coragem. Divido então, meu primeiro animatic, com meus poucos leitores!



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 17h41 [] [envie esta mensagem] []






Aparições 2

Como eu disse no post anterior, nas últimas semanas apareci em dois blogs de amigos. Além da entrevista ao blogo do Zé Marcos, que está logo abaixo, fui parar também no blog da minha grande companheira Patrícia Machado (www.patricia.machado.zip.net). Ela fez questão de registrar o dia em que cortei o cabelo, atendendo a dezenas de pedidos. Estava uma moita mesmo, mas agora já estou mais apresentável! kkkkk... obrigado, Paty, pelo registro!



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 21h02 [] [envie esta mensagem] []






APARIÇÕES 1

 

Tive o prazer, recentemente, de aparecer em dois ótimos blogs. Primeiro, foi em uma entrevista ao blog do Zé Marcos (www.blogdozemarcos.com), o que me deixou muito orgulhoso. Fui convidado para abrir uma série de entrevistas com blogueiros de Araçatuba. Tive a oportunidade de falar sobre diversos temas e foi uma experiência muito, mas muito legal mesmo. Consegui com o Zé a autorização de postar o vídeo também em nosso blog, para que possa ser visto pelos amigos mais vezes. Foram mais de 70 acessos lá, o que me envaideceu. Obrigado, Zé, pela oportunidade.



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 20h51 [] [envie esta mensagem] []






INFÂNCIA LIGADA AO MUNDO

 Jean da Silva Oliveira
 Paula Senche
 Ester Leão
 Leonecir Lima
 Otávio Manhani
 Lucas Luando

O sonho de voar, de ser invisível ou invencível ainda faz parte do imaginário infantil, mas, hoje em dia, tudo isso tem uma sofisticação. Crianças estão ligadas ao mundo imaginário por meio da internet. Basta alguns cliques no mouse para que ela tenha, em uma tela colorida e brilhante, à sua frente, um novo planeta, com seus heróis preferidos, com os amigos on-line e jogos de tirar o fôlego até mesmo dos adultos. Ser criança, hoje, é higt-tec, é surreal.


E assim são os primeiros anos de Lara Ribeiro Oliveira, uma sapeca menina de seis anos, apaixonada pelo Flamengo e por jogos on-line. Ela sempre está disputando horário do computador de seu pai Reginaldo e de seu tio Juliano para poder se ligar ao mundo pela rede de computadores. Lara não abre mão de brincar na rua, de fazer de conta, mas disse "que não conseguiria mais viver sem a internet".


"Eu amo ficar na internet. Ainda sou um pouco lenta para digitar algumas coisas e fico brava quando a conexão está muito lenta. Meu pai tem conexão por rádio e não pega direito no dia de chuva, é uma porcaria", disse Lara. Ela lamenta também o fato de sua escola não ter computadores para que todos os alunos possam "brincar". "Não é justo, pois tem criança na minha escola que nunca mexeram em um computador. Isso não é legal", comenta a menina.


INCENTIVADOS


Felipe Quintana Cardoso de Sá, de 8 anos,  tem acesso a rede da internet desde os 6 anos. O seu pai Rafael Estevam de Sá, web designer, sempre incentivou o filho a aprender mais sobre internet e explica que as atividades desenvolvidas no computador exercitam o pensamento lógico nas crianças. Felipe usa a rede para pesquisas escolares, jogos on line, orkut, msn e já se empenha em desenvolvimento de sites inspirado pelo pai.      Já Caíque Senche Zacarias Cunha, de 8 anos, busca jogos de ação e aventura online e gosta muita de Pokear com seus amigos no orkut. Dentre os jogos que ele mais acessa, um se destaca: o Bloons Tower Defence, encontrado no site www.ojogos.com.br.


A mãe de Caíque, Miriam Cristiane Senche, afirma que a internet ajudou no desenvolvimento da comunicação e destaca que todas as atividades exercidas pelo filho diante do computador são monitoradas, desde os sites acessados, orkut, emails e conversas no msn.

 

 

Veja o vídeo:

 

 

LINKS MAIS ACESSADOS:

 

www.ojogos.com.br

www.jogueaki.com.br

www.smartkids.terra.com.br

www.jogosdecriancas.com.br

www.iguinho.ig.com.br

www.aulavaga.com.br/jogos-online/educativos/

 



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 08h26 [] [envie esta mensagem] []






SUKITA, ADEUS!

Juventude, vida e novembro

 

 

Jean da Silva Oliveira

 

O médico cardiologista Celso Biagi, de Araçatuba, em entrevista à Folha da Região, disse que os jovens são as maiores vítimas de enfarte fatal por acreditarem que são semideuses e não estão expostos à morte. A frase do especialista, além da denúncia grave sobre saúde pública, traz uma afirmação passível de reflexão. Da juventude, é inerente o sentimento de que nada pode nos roubar a vida. Tudo é para sempre e a velhice é certa na mente dos que têm pouca idade.

Um belo retrato do pensamento de nossa juventude são os versos iniciais da canção “Tempo Perdido” da banda Legião Urbana. Nela, o compositor Renato Russo afirma: “todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou, mas temos muito tempo. Temos todo o tempo do mundo”. Ao falar sobre as agonias do presente com perspectivas de um futuro melhor construído com “suor sagrado”, a canção faz um retrato desta suposta imortalidade.

Infelizmente, esta vida “para sempre” não é realidade. E a gente vai aprendendo isso toda vez que somos obrigados a sepultar nossos amigos de pouca idade. Em novembro do ano passado, os acadêmicos de jornalismo do Centro Universitário Unitoledo despediram-se do brilhante aluno Alex Cardoso, que deixou esta vida aos 19 anos. Neste novembro de 2008, quem deixou a convivência daqueles que o amavam foi o impressor e entregador de jornal Paulo Ricardo Ângelo, 33 anos, o Sukita. Mais um jovem que, com sua despedida, nos lembra que a vida é algo muito frágil, sim.

O final do ano começa com uma sórdida coincidência. Duas fatalidades que nos lapida a alma ao nos forjar o aprendizado que não basta a gente ter fé que haverá futuro, que se a coisa apertar, a gente improvisa e um novo destino vai se desenhar no horizonte. Podemos fazer planos, não viver hoje para colher no futuro, mas não há futuro certo, há esperança e nenhuma garantia de que o amanhã vá raiar para todos.

Nem poesias, nem rezas e nem desabafos farão que a gente tenha uma segunda chance. A morte nos espreita na esquina e a vida nos sorri apenas com as esperança. E é deste sentimento positivo que devamos nos alimentar para continuar na jornada, enquanto ela nos é dada pela providência divina.

Atropelado na avenida Brasília, às 5h30 do primeiro dia do penúltimo mês do ano, o Sukita partiu. Seu corpo ficou, sob nossos olhares incrédulos, ao nos torturar com a lição de que o amanhã é uma suposição que nos ilude. Só temos mesmo é o hoje. Vivamos o hoje.



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 13h10 [] [envie esta mensagem] []






Perfeição

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Há canções que chegam à perfeição, que tocam na alma. Falam, de forma simples, o que nos corre nas veias, o que nos emoldura a alma e que a boca nem ousa achar palavras para tentar explicar. E uma destas obras de arte é Años, que disponibilizo para meus amigos do blog. É uma gravação de Fagner com Mercedes Sosa.



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 20h03 [] [envie esta mensagem] []






UM GRANDE JOGO

Há tempos que os amantes de futebol não eram brindados com um jogo tão bom! O clássico entre Palmeiras e São Paulo, em que a marcação duro deu lugar à criatividade e ao dible, entrou para a história do Choque-Rei. O resultado de 2 a 2 não foi bom para nenhuma das equipes, mas as duas torcidas tiveram um domingo com emoção e diversão que há tempos nosso esporte bratão não proporcionava. Este é o futebol brasileiro, criativo e direcionado ao ataque. O jogo nos lembrou de nossas vocações, quem sabe para nunca mais nos esquecer disso!



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 08h12 [] [envie esta mensagem] []






NOITES DE LUA

Se há algo que eu dou o maior valor é o tempo diário de solidão necessário para ouvir boa música, ler um bom texto e refletir sobre como vai minha vida. Esta tarefa tem sido facilitada nos últimos dias com o céu limpo de Araçatuba que ostenta uma lua enorme. Quem teve o prazer de ficar acordado até à 1h da madrugada, pelo menos, sabe do que estou falando. Têm sido noites maravilhosas, que tenho feito questão de embalar com as antigas canções do Legião Urbana, principalmente do disco Quatro Estações. A felicidade está, realmente, nas coisas simples da vida!



 Escrito por JEAN OLIVEIRA às 09h42 [] [envie esta mensagem] []




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BRASIL, Sudeste, ARACATUBA, JARDIM SUMARE, Homem, de 26 a 35 anos, Livros, Games e brinquedos
MSN - reporterjean@hotmail.com





     
     




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